Comum em várias empresas, os problemas de gestão fazem parte das rotinas de qualquer profissional. Seja na gestão de pessoas, de tempo ou de processos, há sempre algo que precisa ser ajustado para uma equipe ou toda a empresa seja mais produtiva, eficaz e esteja satisfeita com o que executa. 

No meio da manutenção não é diferente. Técnicos, supervisores, coordenadores e gestores de modo geral estão em constante busca de soluções para tornar o dia a dia de trabalho menos desgastante e estressante e mais eficiente e qualificado.

A questão é: como alcançar este ponto? 

Como ter técnicos satisfeitos, rotinas de trabalho simples e operações mais inteligentes?

Continue a leitura para saber que isso é possível por meio de um Sistema de Gestão de Manutenção Computadorizado, também conhecido como CMMS – Computerized Maintenance Management System.

A gestão de manutenção

A gestão de manutenção envolve diversos aspectos que impactam diretamente no desempenho e na satisfação da equipe gerida. Bons gestores devem estar rodeados de boas práticas, processos e soluções que vão tornar o seu dia a dia mais simplificado e agradável. 

Para ter uma equipe de alta performance e em constante busca pelo próximo patamar, um gestor de manutenção deve ter recursos suficientes que lhe ofereçam dados e informações úteis, em tempo real, sobre tudo o que se passa com a sua equipe, seus ativos e locais de manutenção.

Isso só é possível com um acompanhamento de indicadores de manutenção claros e bem definidos, metodologias de organização como a 5S bem compreendidas por todos, uma consideração e respeito pelas pessoas da equipe, é preciso vê-las como pessoas e não somente como colaboradores ou funcionários. Além da gestão de manutenção, a gestão de pessoas é essencial.

Por último, mas não menos importante, é preciso considerar a tecnologia como uma aliada em todo esse processo. Atualmente, é quase impossível tomar decisões sem o embasamento de dados, gerenciar processos, mensurar a produtividade e fazer inúmeras outras coisas sem o apoio da tecnologia em dispositivos móveis, painéis de monitoramento e softwares.

Para operações de manutenção, por exemplo, cada vez mais, enxerga-se a influência da chegada da Indústria 4.0 no setor e como, de ponta a ponta, da execução de uma tarefa até a tomada de decisão, a tecnologia se faz presente dentro dessa cadeia de operações. Um CMMS, por exemplo, pode se fazer presente e ativo em todas as etapas.

Consequências de uma má gestão de manutenção

Entretanto, mesmo com o suporte da tecnologia, há casos em que a má gestão de manutenção persiste. 

É muito comum ver empresas, gestores e técnicos que ainda se apoiam ao bom e velho excel para cuidar das suas tarefas, gerir processos e levantar dados e gráficos. Não podemos desconsiderar o excel como uma tecnologia mas, com toda certeza, podemos afirmar que já é algo ultrapassado para uma área que exige altos padrões de qualidade e segurança.

Acima das planilhas de excel e toda a papelada e confusão que elas geram, estão os softwares. Porém, ainda hoje é possível encontrar sistemas muito complexos de difícil uso e pouco focados em resolver os problemas de gestão.

Em alguns casos, há a necessidade de se ter uma equipe 100% dedicada em fazer o software funcionar. Em outros, há softwares com muitas funções e possibilidades mas apenas duas ou três delas são úteis, pois o restante não pode ser utilizado ou simplesmente não é possível utilizar.

Tudo isso resulta em baixa produtividade de técnicos e profissionais da manutenção, baixa performance do negócio e baixo rendimento da empresa como um todo. As consequências de uma má gestão de manutenção refletem em toda a estrutura de uma empresa e são fáceis de se perceber como:

  • baixa produtividade.
  • gargalos operacionais.
  • ruídos de comunicação.
  • estresse de trabalho.

entre outros.

Como a tecnologia ajuda na gestão da manutenção

Como foi mostrado acima, a tecnologia por si só não é garantia de uma gestão mais qualificada. Quando mal aplicada e utilizada, ela pode é tornar os problemas ainda mais graves.

Quando é bem implementada, associada à resolução de problemas, otimização de rotinas e simplificação do trabalho, a tecnologia é uma grande aliada de qualquer profissional. 

Por isso, não faltam razões para investir em um CMMS. Existem sistemas que possuem uma estrutura modular e criam um ecossistema de manutenção que se adapta às necessidades dos profissionais e da empresa. Além da gestão das operações de manutenção, o software auxilia na gestão de estoque, na medição do consumo de energia, nos SLAs necessários, na geração de relatórios e muitas outras possibilidades.

Embora sejam confundidos com softwares EAM ou ERP, o CMMS tem as suas diferenças.

ERP

Um ERP ou Sistema de Planejamento de Recursos Corporativos é utilizado para fazer a integração entre os departamentos e processos de uma empresa dentro de um banco de dados.

EAM

Já o EAM ou Sistema de Gerenciamento de Ativos Corporativos são focados especificamente em fazer a gestão do ciclo de vida dos ativos de uma organização, partindo pelo início do projeto até sua aquisição, retirada e venda do serviço.

Os benefícios de usar um CMMS

A ideia de se ter um CMMS modular é que ele se aplica a qualquer tipo de negócio ou segmento de mercado. Seja em hotéis, no varejo, em indústrias ou até mesmo em aeroportos, o CMMS pode fazer parte das operações e rotinas de manutenção dos ativos e de toda a infraestrutura e ser um catalisador do trabalho de técnicos e gestores.

As suas funcionalidades devem oferecer mais clareza, conforto e principalmente, mas comunicação para todos os envolvidos nas operações. Dos técnicos aos diretores executivos. E aí sim, será possível ver e entender como um CMMS ajuda em uma gestão de manutenção mais efetiva.

Para conhecer um CMMS modular e de fácil usabilidade, clique aqui e veja como ele pode se ajustar às suas necessidades profissionais e de negócio.

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