As empresas que atuam na produção de peças, equipamentos, embalagens e diversos outros produtos contam com máquinas específicas que auxiliam os profissionais na realização desses diversos trabalhos. Dentro de uma fábrica, há os maquinários que são utilizados diariamente e também as máquinas que possuem funções específicas e, por isso, o seu uso não é tão frequente. Mas, mesmo com pouca utilização, a manutenção preditivanesses equipamentos é fundamental.
Somente com um acompanhamento detalhado dessas máquinas é que os profissionais responsáveis pela manutenção conseguirão aplicar os ajustes necessários, garantindo a segurança de todos no ambiente de trabalho e também a produtividade da operação.
Apesar de importante, a manutenção preditiva nem sempre é aplicada em máquinas de pouca utilização. Há uma ideia de que esses maquinários, por não serem usados diariamente, não precisam passar por avaliações, pois eles não têm o desgaste do uso. No entanto, vale ressaltar que mesmo paradas, as máquinas podem apresentar problemas que só a manutenção preditiva pode identificar. Do contrário, a empresa coloca sua produção em risco confiando somente na manutenção corretiva.
A seguir, vamos mostrar em detalhes a importância da manutenção preditiva em máquinas com baixa prioridade e nível de uso. Confira!
Saiba quais são as máquinas de pouca utilização
Como mencionado no início, as empresas de diferentes segmentos e portes que atuam com a produção direta utilizam todos os dias maquinários que ajudam os colaboradores nas demandas e, muitas vezes, essas máquinas são capazes de produzirem sozinhas uma série de itens.
Apesar de serem essenciais, há máquinas que não são utilizadas todos os dias. Por exemplo, em uma indústria há maquinários que foram desenvolvidos para cortar um determinado tipo de produto, que não é produzido diariamente na fábrica. Somente quando há demandas específicas desse item é que a máquina funciona. A frequência de uso do equipamento pode variar bastante de empresa para empresa, podendo ter um espaço de dias, semanas e até meses.
Por conta dessa baixa prioridade e nível de uso, nem sempre essas máquinas passam peloprocesso de manutenção. Mas, é fundamental que os supervisores industriais saibam que mesmo com pouco uso, todos os maquinários da operação precisam estar 100% aptos para serem utilizados quando necessário.
Essa é uma questão de segurança para todos os envolvidos, além de garantir que a produção não seja interrompida por problemas causados pela falta de manutenção preditiva, do contrário a companhia dependerá na manutenção corretiva, que em boa parte dos casos é mais demorada e com um custo superior.
Insira as máquinas de baixa prioridade no seu plano de manutenção preditiva
Todas as companhias têm um plano de manutenção dos equipamentos, ou melhor, todas deveriam ter esse recurso, pois ele é fundamental para garantir a produtividade e segurança da operação. Por isso, os supervisores devem incluir nesse planejamento as máquinas de baixa produtividade.
Dependendo da situação de cada empresa, esse tipo de maquinário pode ter uma frequência menor de manutenção preditiva se comparado aos maquinários que são utilizados diariamente na produção. Geralmente, as empresas responsáveis pela realização desse serviço estipulam um período ideal para que os equipamentos sejam revisados e passem pelos processos adequados de manutenção.
Veja qual é a melhor opção para a sua empresa: manutenção corretiva ou preditiva?
Para cada empresa e para cada momento, um tipo de manutenção pode ser mais interessante e assertiva. Para identificar qual a melhor opção, é fundamental contar com o suporte de empresas especializadas nesse serviço, pois elas possuem profissionais qualificados para identificar, corrigir e acompanhar todo o desempenho das máquinas.
De uma forma geral, amanutenção preditiva representa um método que pode ajudar a sua empresa a ser ainda mais produtiva, competitiva e atuante no mercado. Para isso, é realizado um trabalho de inspeção e prevenção para antecipar e corrigir possíveis falhas antes que elas se transformem em problemas graves, podendo até comprometer a produção. A manutenção preditiva oferece um acompanhamento contínuo que irá garantir o bom funcionamento da sua máquina de baixa prioridade.
Já a manutenção corretiva tem a função de restaurar um determinado item da máquina de baixa utilização quando ele apresenta uma falha. Mesmo sendo importante em alguns momentos, esse tipo de manutenção pode colocar em risco a sua produtividade. Por exemplo, se o maquinário tiver que ser utilizado de forma rápida para a entrega de um pedido específico e apresentar uma falha em uma das peças, a companhia terá que recorrer a manutenção corretiva, que irá avaliar o problema e traçar a melhor estratégia para solucioná-lo.
Mas, vale ressaltar que dependendo do caso esse trabalho pode demorar um pouco mais, comprometendo a efetividade da operação. Por isso, a manutenção preditiva é a mais indicada mesmo em máquinas de pouca utilização, pois ela minimiza esse tipo de falha e, ainda, oferece uma excelente relação custo-benefício.
Mostramos no artigo de hoje que todo equipamento necessita de cuidados para estar em pleno funcionamento sempre que for acionado. Planejar e ter pessoal capacitado para realizar a manutenção é essencial. Para continuar ampliando os seus conhecimentos sobre o assunto,clique aqui e conheça os materiais educativos produzidos pela equipe da MMTec.
O papel da mulher no cenário da manutenção preditiva
Cada vez mais as mulheres estão marcando presença no setor industrial: segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), 44% dos postos de emprego formal no Brasil são preenchidos por elas. E isso se reflete em setores tipicamente masculinos, como de manutenção preditiva.
Embora os números sejam animadores, ainda há um longo caminho a percorrer na busca pela igualdade de gêneros no mercado de trabalho. Da remuneração à oferta de empregos no setor industrial e de manutenção preditiva, as mulheres estão batalhando por suas posições – saiba mais com a leitura do artigo a seguir.
Manutenção preditiva: quem disse que é apenas para homens?
Mesmo que as mulheres sejam uma minoria nessa área, elas são apaixonadas pelo que fazem – essa é a conclusão de um estudo realizado por uma consultoria americana.
Entre as entrevistadas, a maioria descobriu o interesse em manutenção durante os estudos, tanto no ensino médio quanto no ensino técnico.
Algumas queriam entender por que o equipamento poderia falhar, outras precisavam desmontar objetos para ver exatamente como eles funcionam, mas todas superaram com sucesso as dificuldades potencialmente relacionadas ao gênero.
As mulheres entrevistadas também acreditam que a manutenção industrial não é apenas voltada para profissionais do sexo masculino.
O problema talvez esteja nos programas de recrutamento de talentos e nas políticas internas das empresas – prova disso é que 63% das profissionais que participaram do estudo acham que as indústrias não as valorizam o suficiente.
Por que empregar mulheres no setor industrial é essencial para o sucesso de toda organização?
As mulheres que atuam em áreas mais técnicas, como é o caso da manutenção preditiva, ainda experimentam o desafio extra de provar ainda mais o seu valor e sua competência junto à equipe do que seus colegas homens que ocupam o mesmo status.
Mas um dos pontos positivos mais apontados em apostar nas equipes mistas de trabalho é justamente a qualidade das relações interpessoais nas equipes.
Os homens tendem a apresentar uma importante mudança de mindset no ambiente de trabalho: tornam-se mais cuidadosos, abordam mais facilmente seus sentimentos no dia a dia e se importam mais com a maneira como falam e agem.
Além disso, as mulheres podem agregar uma série de vantagens em sua atuação por conta de suas características: são mais atenciosas, detalhistas, determinadas – e podem fazer a diferença frente aos desafios da profissão.
Mudanças de atitude e comportamentos
As pessoas no geral não estão acostumadas a ver mulheres neste campo. Mas é justamente esse tipo de mudança que ajuda o mercado a mudar, expandindo oportunidades para profissionais e empresas que possuem mente aberta e que estão mais conectados com as tendências mundiais do setor corporativo – como a transformação digital, por exemplo.
Mesmo que a manutenção preditiva pareça ainda um nicho predominantemente masculino, as mulheres que trabalham nesse campo provam que possuem as mesmas competências para ter sucesso em suas tarefas e para mudar a sociedade.
É hora de evoluir para um mercado mais aberto – e atrair novos talentos femininos pode ser a chave para isso.
A importância de incentivar as meninas a investirem em carreiras industriais
Instintivamente, as meninas tendem a se voltar para determinadas áreas específicas, como a comunicação, moda e saúde.
Para encorajá-las e fazê-las entender que a manutenção preditiva também pode ser feita para elas, as indústrias devem divulgar mais informações sobre a profissão e o mercado de trabalho:
Remuneração;
Número de vagas disponíveis;
Áreas de atuação;
Oportunidades de crescimento e reconhecimento no setor.
Isso ajudará a desmistificar o conceito de que a área industrial é indicada apenas para homens, abrindo um novo leque de possibilidades para esse público – e uma série de novos talentos em potencial para as indústrias e para o setor no geral.
Tenha certeza disso: o controle de estoque não é mais uma atividade operacional mecânica e banal.
Responsabilidade do time de logística dentro de grande parte das empresas, essa tarefa, quando bem gerenciada, tem fundamental importância ao contribuir com o controle financeiro, gestão de peças e recursos e aproveitamento do espaço físico.
A atividade, como tantas outras no meio industrial, é apegada a algumas premissas. O controle de estoque está diretamente ligado a fatores como rotatividade, grau de dificuldade de aquisição de peças, previsão de consumo, qualidade do material, entre outros.
No entanto, quando não se dá a devida atenção ao tema, o controle de estoque de forma mal feita pode impactar diretamente a margem de lucro do negócio. Por exemplo: gastos extra podem acontecer por conta de uma má gestão do estoque, sendo que possivelmente a peça em questão pudesse ser encontrada diante de uma melhor organização.
A manutenção preditiva e o controle de estoque
O controle de peças disponíveis tem impacto direto nas estratégias de manutençãoda empresa. Para agilizar qualquer rotina de conserto de máquinas, é fundamental que as peças estejam sempre a mão. Aliado a um diagnóstico rápido e preciso, a disponibilidade dos recursos necessários impacta diretamente na retomada das atividades.
Mas o que é preciso sempre manter em estoque? Qual a quantidade correta? Todas essas questões são respondidas mediante a compreensão de alguns indicativos. A rotatividade, por exemplo, mostra o número de vezes que um item cadastrado no sistema precisou ser reposto em determinado período de tempo.
Diante disso, é possível definir com maior precisão a quantidade necessária de determinada peça que é preciso ter em estoque. Caso o cadastramento dos produtos contenha algum erro, ou o monitoramento não seja feito de forma precisa, informações substanciais como essa podem escapar à elaboração de uma estratégia de manutenção preditiva.
O grau de dificuldade de aquisição das peças também precisa ser levado em consideração. Repor uma série de parafusos é bem mais simples do que correr atrás de engrenagens e sistemas completos, peças que muitas vezes só chegam ao Brasil mediante importação. Isso delimita bem o que é preciso ter sempre em estoque, e o que pode esgotar e ser reposto facilmente.
Entre os principais problemas de um controle de estoque mal feito estão: indisponibilidade de produtos com alta procura, excesso de produtos com baixa procura, estoque desatualizado, descarte por roubo ou obsolescência, ausência de software de apoio, desconhecimento sobre o mercado, entre outros.
Dicas para uma gestão de estoque eficaz
Se nos atermos apenas aos problemas, a enumeração deles pode durar o post inteiro. Vamos focar nas soluções! Abaixo, vamos trazer algumas dicas que podem ajudar você no controle de estoque passo a passo.
1. Avaliação da demanda
Primeiro ponto é saber qual a necessidade. Para aferir a demanda com exatidão, é fundamental que a comunicação entre todas as áreas da empresa aconteça de forma clara e transparente. Assim, é preciso saber qual peça, qual o prazo de manutenção e qual a expectativa do setor envolvido para o conserto.
2. Cadastramento da peça
Recorrer ao cadastro é fundamental para checar a disponibilidade das peças no estoque. Por isso, todas as informações do formulário devem ser preenchidas com exatidão, o que contribui para a diferenciação e o acesso facilitado aos produtos dentro do galpão. Um erro na hora de descrever a peça no sistema pode ser fatal.
3. Certifique-se para a reposição correta
Antes de sair em busca de peças e sistemas, é preciso se certificar que a ordem de serviço é correta. Afinal, grandes empresas não compram em pequenas quantidades, e errar a mão nessas condições pode causar grandes prejuízos.
A compra dos produtos deve partir de um consenso que envolva não só o setor responsável pela gestão de estoque, como também o corpo diretivo da empresa. Todo cuidado é pouco!
4. Aposte nos recursos da tecnologia
Não pense duas vezes em contar com o suporte de plataformas digitais. A tecnologia está aí para contribuir com as tarefas cotidianas. Através de softwares específicos, é possível gerir, contabilizar, alterar cadastros, fazer pedidos, contatar fornecedores… Tudo em uma central única, mediante comandos que podem ser feitos através de um computador.
Todas as variadas etapas do controle de peças precisam ser bem executadas. Um estoque bem controlado e otimizado requer um trabalho contínuo de organização e gestão de qualidade, o que contribui para uma maior vida útil dos equipamentos e melhor produtividade da empresa, uma vez que todas as paradas e reposições de peça são bem planejadas.
Acompanhe os conteúdos da MMTecatravés do bloge fique por dentro de novidades sobre os cuidados ideais com o maquinário da sua empresa.
O que você precisa saber para contratar o melhor parceiro em manutenção preditiva?: Os diferentes tipos de manutenção no setor industrial, seja ela corretivaou preventiva, têm papel decisivo na consolidação e expansão dos negócios da empresa. Tanto para agir na prevenção quanto na correção de um problema, estratégias de manutenção são essenciais no planejamento das empresas.
Iniciar um programa de manutenção industrial se torna muito mais fácil com o suporte de uma empresa especializada. Ao terceirizar esse serviço, a empresa passa a contar com know-how e ferramentas, além de mão de obra especializada, o que aumenta as chances de êxito no serviço.
Além de contar com profissionais especializados, ao contratar mão de obra terceirizada é possível contar com um processo de trabalho padronizado.
Dessa forma, é possível conciliar a correção de problemas através de uma rotina de manutenção ao funcionamento da empresa, já que o tempo de parada é um dos obstáculos a serem combatidos na hora de se ater à manutenção.
Dicas para encontrar o parceiro ideal na manutenção preditiva
Mas como definir o parceiro ideal para a manutenção na sua empresa?
Uma série de fatores devem ser avaliados na intenção de realizar o melhor serviço e evitar problemas que podem comprometer não só a produção, como também a reputação e imagem a ser defendida pela empresa.
O primeiro aspecto a ser levado em consideração é o histórico da empresa. Para ter mais garantias a respeito do serviço prestado, é importante pesquisar os trabalhos realizados ao longo do tempo pela organização – o que traduz sua experiência com relação, bem como a opinião do clientes sobre os serviços prestados.
Além do know-how da empresa contratada, é preciso ter total clareza sobre os serviços oferecidos. Existe uma variedade de serviços de manutenção, com diversas especialidades, como balanceamento, alinhamento a laser, termografia, análise de óleo, análise de vibração, análise de trincas e medição de espessuras.
Também é importante ter noção da disponibilidade da empresa para a realização dos serviços. Aliar as expectativas do cliente com as possibilidades do prestador é fundamental para planejar a estratégia de manutenção. Isso porque cada tipo de manutenção requer um procedimento e um tempo específico para a realização correta.
Ao equiparar diferentes propostas de prestadores de serviço, é preciso analisar a relação custo-benefício que é apresentada. Isso envolve o planejamento, o tempo de execução da manutenção, a oferta disponível e o uso de equipamentos. O último, inclusive, pode ser um grande diferencial no fechamento de um negócio.
Conhecer a opinião de outros clientes, aliado ao histórico, é uma forma de se certificar sobre a conduta profissional da empresa. Sabendo da importância e influência de depoimentos na construção de opiniões alheias, a MMTec disponibiliza em seu site oparecer de clientes que já foram atendidos.
Dessa forma, é possível ratificar ainda mais a qualidade do serviço. Um feedback positivo sempre fala por si só.
O setor de maquinário é um dos mais essenciais para as empresas. E, evidentemente, concentram grande investimento. Por serem tão significativas no cenário produtivo, as máquinas não podem ser relegadas a qualquer tipo de manutenção. Um simples descuido pode custar caro e representar um impacto negativo nos negócios.
Acesse o Guia de Manutenção Preditiva aquie fique por dentro de todos os detalhes que você precisa saber para evitar problemas no maquinário da sua empresa.
A manutenção corretiva costuma ser um recurso usado especialmente por empresas que não possuem uma política de manutenção.
Mas nem sempre ela é considerada a solução ideal para a sua empresa, já que existem alternativas que garantem mais eficácia e controle operacional para a sua empresa.
Entenda melhor o impacto da manutenção corretiva em suas operações e quando ela é a mais indicada para seus negócios na leitura a seguir.
Entenda a manutenção corretiva
A manutenção corretiva é o tipo de manutenção que apenas restaura a função de um item depois que ele apresenta uma falha. Baseia-se no pressuposto de que a falha é aceitável e que a prevenção não é econômica ou não é possível.
Além de ser o resultado de uma estratégia deliberada de execução à falha, ela também é o resultado de falhas não planejadas, que provavelmente poderiam ser evitadas através da manutenção preditiva.
Ao optar pela manutenção corretiva como estratégia, é essencial garantir que os modos de falha em consideração não tenham o potencial de se tornarem uma ocorrência que exija manutenção de emergência.
Um ambiente de manutenção reativa não é exatamente a opção mais eficiente economicamente para uma empresa, por conta da imprevisibilidade que ela traz ao orçamento e às operações. É mais caro, menos eficiente e menos seguro.
Portanto, embora uma estratégia de execução para falha possa ser uma boa opção, certifique-se com dados que garantam que a manutenção corretiva é mais vantajosa que a preventiva.
Tipos de manutenção corretiva:
Manutenção planejada: comum em casos de um plano de manutenção de falha. Neste caso, a equipe de manutenção decidiu que certos equipamentos serão atendidos apenas quando eles apresentarem falhas. Um exemplo seria o planejamento de substituir uma lâmpada apenas quando ela queimar;
Manutenção não-planejada: a manutenção corretiva não planejada é geralmente o resultado de uma avaria inesperada. Essa modalidade pode trazer sérios prejuízos, já que ela pode impactar drasticamente a operação, reduzir a qualidade da operação e causar problemas no relacionamento com clientes, parceiros e fornecedores;
Reparo de falhas: o equipamento com falha é restaurado para seu estado operacional;
Salvamento: este tipo de manutenção corretiva refere-se à eliminação de material não reparável e ao uso de material recuperado de equipamentos / itens que não podem ser reparados nos programas de reparo, revisão ou reconstrução;
Reconstrução: é o processo de restaurar o equipamento ao estado original em desempenho, expectativa de vida e aparência. Isto é conseguido através da desmontagem completa, reparação e substituição do equipamento;
Revisão: restauração de um item para seu status de serviço total de acordo com os padrões de manutenção, usando a abordagem “inspecionar e reparar apenas conforme apropriado”.
Vantagens da manutenção corretiva
Quando a manutenção corretiva é planejada como parte de uma estratégia de manutenção, ela permite que os responsáveis pela confiabilidade se concentrem em outros empreendimentos até que um desarranjo ou gatilho de falha ocorra.
Porém, para que a iniciativa apresente os resultados esperados, é preciso ter uma série de cuidados para uma boa execução de manutenção corretiva:
Uso de ferramentas adequadas;
Contar com uma equipe de especialistas técnicos capacitados, como é o caso da MMtec;
Ter um estoque de peças de reposição, que minimizem o tempo de parada do equipamento, entre outros.
Manutenção Corretiva X Manutenção Preventiva
Como você pode ver, a manutenção corretiva tem seus benefícios – mas traz uma série de riscos que podem ser controlados ou até eliminados quando a empresa aposta em um programa de manutenção preditiva ou até preventiva:
Empregar a manutenção preditiva permite realizar todo o processo antes que uma falha tenha ocorrido. Essa tarefa pode ser destinada a evitar uma falha, minimizar as consequências de uma possível falha ou ao avaliar o risco de a falha ocorrer.
Isso também proporciona um controle mais preciso da situação: é possível programar a parada da planta industrial sem gerar impactos na produção, além de permitir um provisionamento ordenado do orçamento da empresa;
Quando se opta pela manutenção corretiva, a falha já ocorreu – a empresa está basicamente restabelecendo a funcionalidade do equipamento.
Não há controle da situação e a empresa corre o risco de lidar com as consequências:
Atraso na produção;
Problemas com a qualidade de um lote específico;
Falhas na logística;
Desgaste nas relações com clientes;
Possíveis prejuízos para a marca junto ao mercado em situações que envolvam o meio ambiente ou o envio de produtos impróprios para o consumo para os clientes.
Quando se compara a manutenção corretiva com a preditiva, fica mais fácil observar os benefícios estratégicos de apostar na segunda opção.
Como em todos os processos industriais, a manutenção é uma das etapas que permitem determinar e estender o ciclo de vida útil de equipamentos.
Infelizmente, nem sempre as empresas cumprem todas as etapas, o que pode desencadear consequências prejudiciais – na qualidade das decisões relacionadas ao gerenciamento de equipamentos, na produtividade da planta industrial e no orçamento da organização como um todo.
As empresas precisam estar no centro das informações da sua planta, de forma a garantir o acesso a todas as informações ligadas ao ciclo de vida do equipamento. Então esse artigo pode ser muito útil para entender como garantir uma longa vida útil às máquinas de sua empresa.
Entenda o ciclo de vida útil de equipamentos
O ciclo de vida de um equipamento começa desde o momento em que ele é solicitado junto ao setor de compras até a desativação do serviço.
No geral, este ciclo consiste em quatro fases: Aquisição, Implantação, Operação e Desativação. Entenda cada um deles nos tópicos a seguir:
1) Aquisição
Todo equipamento de uma planta industrial é adquirido para contribuir com a produtividade e a qualidade da linha de produção de uma empresa.
Ele também pode ser obtido por meio de diversos métodos, como: compra direta, doação de equipamentos, fabricação, transferências de outras instituições, equipamentos fornecidos pelo governo, equipamentos emprestados, leasing de capital ou equipamentos comprados sob contrato de construção.
Nesta primeira fase ciclo de vida útil de equipamentos, o objetivo é analisar as necessidades da operação e estabelecer as especificações do requisito de cada equipamento.
Durante esta etapa, o responsável pela solicitação e/ou pela compra deve apresentar um primeiro esboço dos requisitos, em termos de avaliação da confiabilidade do fornecedor, o nível de adequação às necessidades da linha de produção e o tipo de manutenção que será necessário durante sua vida útil – seja ela responsabilidade da equipe interna ou de um fornecedor terceirizado de manutenção.
Uma dica neste momento é entrar em contato com usuários que já possuem o equipamento que sua empresa planeja adquirir e reunir suas opiniões, informações sobre manutenção, orçamento médio de manutenção no primeiro ano de implementação, entre outros dados.
Isso proporcionará valiosos elementos de comparação, que lhe permitirão elaborar um anteprojeto relativo aos planos de manutenção preventiva a serem implementados.
2) Implantação
Uma vez que o equipamento tenha sido escolhido, o próximo passo inclui a fase do projeto e o monitoramento das operações de implementação do equipamento na planta.
Neste momento monitoram-se todos os avanços do projeto:
Intervenções do prestador de serviço na entrega e instalação;
Monitoramento do tempo gasto pela equipe interna no projeto;
Custo de pedidos no ERP;
Custos de peças de reposição utilizadas na implementação do projeto, entre outros.
Durante esse período, também é de fundamental importância começar a criar a documentação técnica para o equipamento e programar os períodos de intervenções para manutenção que ajudam a garantir a uma longa vida útil de equipamentos em uma indústria – seja ela preditiva, preventiva ou corretiva.
3) Operação
Esta fase inclui o período de lançamento, bem como a fase de utilização do equipamento. Um bom conhecimento do equipamento permite iniciar a implementação de um processo de melhoria contínua e adaptar o funcionamento do equipamento de acordo com vários feedbacks técnicos e análise de dados.
Uma forma de ampliar o ciclo de vida útil de equipamentos é investir em uma política de treinamentos para os funcionários responsáveis por operar o maquinário. Infelizmente, a falha humana é uma das principais responsáveis pela quebra de equipamentos na indústria – e um treinamento eficaz ajuda a reduzir o risco.
Nesse período, faz parte do ciclo de vida útil de equipamentos apresentar algumas falhas ou necessidades de reparos – por isso é importante provisionar algum tipo de operação de manutenção (corretiva, preventiva ou preditiva).
Nestes casos, a manutenção preditiva proporciona uma maior eficiência econômica para a empresa, já que ele permite programar o período de parada – evitando prejuízos com falhas na operação de produção, desgastes junto a clientes e parceiros, não impacta o orçamento de surpresa e garante o nível de produtividade necessário sem impactar drasticamente as operações da empresa.
É importante avaliar o desenvolvimento do equipamento, em termos de custos de manutenção (mão de obra interna e externa, custos de peças de reposição usadas), para poder responder a uma pergunta comum durante o ciclo de um equipamento a qualquer momento: devo continuar mantendo este maquinário ou é chegada a hora de investir em uma nova máquina?
4) Desativação
Como mencionamos no tópico anterior, existe um momento do ciclo de vida útil de equipamentos em que é preciso analisar os investimentos em manutenção e avaliar se não é o caso de substituir a máquina.
O gerenciamento do ciclo de vida é uma parte importante tanto do processo de aquisição quanto de desativação. Ele também determina como obter o melhor valor de um novo equipamento. E contar com um programa eficaz de manutenção faz toda a diferença.
Para isso, conte com a MMTec. São mais de 16 anos de experiência no mercado e um time de especialistas preparado para oferecer as melhores soluções para projetos industriais, realizando manutenção corretiva e preventiva a partir de análises de vibração, balanceamentos e alinhamentos.
Como você pode ver, monitorar o ciclo de vida útil de equipamentos ajuda a garantir o ROI a longo prazo. Para saber mais sobre o tema, acompanhe a MMtec nas redes sociais: