Análise de vibração na Manutenção Preditiva

Análise de vibração na Manutenção Preditiva

A vibração mecânica é um movimento que gera oscilações em uma máquina, ou mesmo em seus componentes, em torno de um ponto referencial. Até certo ponto, esse fenômeno é considerado natural para o bom funcionamento do maquinário.

O problema reside na ultrapassagem desse limite tolerável. Daí, então, a alta relevância da análise de vibração como parte elementar na sua gestão de manutenção preditiva.

Quer saber como a análise de vibração pode contribuir com a alta performance dos seus equipamentos? Então, continue com a leitura deste post!

O que pode gerar oscilações na vibração de equipamentos

Em geral, as fontes causadoras da vibração além do natural são:

  • Ausência ou lubrificação inadequada;
  • Defeito em algum dos rolamentos;
  • Desalinhamento;
  • Desbalanceamento;
  • Eixo empenado;
  • Falha em polias e correias;
  • Falha elétrica;
  • Folgas mecânicas;
  • Problemas na engrenagem.

Ou seja, não faltam situações que podem culminar em perda de eficiência do equipamentos e em prejuízos múltiplos à sua empresa se a análise de vibração não estiver alinhada com a sua rotina de manutenção preditiva.

Como funciona a análise de vibração

Na prática, o serviço se dá por meio do uso de medições periódicas de um ou mais parâmetros e a consequente comparação com dados referentes à capacidade de cada elemento da máquina avaliada.

Assim, caso a vibração esteja distante dos parâmetros ideais, com base nas observações realizadas, a sua equipe identifica o momento exato para substituir componentes e avalia a vida útil média de cada um desses elementos com base na manutenção preditiva.

Em geral, o serviço é realizado com a utilização de sensores, estrategicamente posicionados em pontos de suas máquinas e equipamentos para converter a energia mecânica de vibração em sinais elétricos.

Em seguida, esses sinais são analisados e avaliados por especialistas, conferindo um diagnóstico com excelência a respeito dos equipamentos dos quais a produtividade de sua empresa depende tanto.

Como implementar a análise de vibração em sua manutenção preditiva

O primeiro passo para isso é a identificação do maquinário que pode ser avaliado pela análise de vibração e, em seguida, listá-los para que eles entrem na sua rotina de manutenção preditiva.

Em seguida, um levantamento deve ser realizado para conferir um aprofundamento técnico a respeito de todos os elementos presentes no equipamento, como rolamentos, engrenagens, rotação e potência, entre outros.

Isso tudo vai permitir que sua equipe saiba o que analisar, durante o processo, e a obter um histórico registrado do maquinário e também de manutenção anteriores.

Por fim, sua equipe vai estabelecer os pontos de medição, as grandezas a serem mensuradas na análise de vibração e os valores que eles devem se atentar para cada um desses pontos.

Com os dados em mãos, fica mais fácil apontar a periodicidade para uma nova análise de vibração e o que esperar do seu maquinário em eficiência.

Os benefícios em contar com uma análise de vibração em sua empresa

Quando se conta com a análise de vibração como parte da sua gestão de manutenção preditiva, os ganhos se estendem para além da produtividade.

Afinal, os relatórios periódicos gerados a cada análise ajudam no planejamento das empresas, o que consiste em redução no gasto com manutenções emergenciais e corretivas — que, muitas vezes, podem prejudicar outros componentes do equipamento, encarecendo o serviço.

Além disso, sua empresa passa a dispor de uma rotina com mais disponibilidade do seu maquinário e da sua mão de obra, já que as paradas para análises e manutenções serão previamente programadas para não interferir no dia a dia do seu negócio.

Sem falar que isso tudo gera mais confiabilidade operacional, como um todo, garantindo que sua empresa se mantenha no cronograma definido e, assim, capaz de melhorar cada vez mais os seus índices.

Quer saber um pouco mais como a análise de vibração pode fazer parte da rotina de sua empresa, tornando-se parte de sua manutenção preditiva? Entre em contato conosco para elaborarmos uma estratégia capaz de otimizar os resultados de sua empresa!

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Saiba mais sobre óleo lubrificante: como tirar o melhor proveito

Saiba mais sobre óleo lubrificante: como tirar o melhor proveito

Fundamental para o bom funcionamento dos equipamentos, os óleos atuam reduzindo o atrito entre as peças e prologando a vida útil de cada um dos componentes da máquina. No entanto, é necessário escolher o óleo certo para a sua máquina, já que há diferentes tipos para os diferentes propósitos.

Quais os usos do óleo lubrificante?

  1. Redução de atrito: Quando duas superfícies sólidas entram em atrito, ela gera desgaste da máquina. Esse problema é solucionado com o lubrificante adequado, já que este reduz o atrito, e consequentemente, prolonga a vida útil dos componentes.
  2. Refrigeração: Nos motores de combustão interna, o calor é transferido para o óleo, causando um sistema de arrefecimento.
  3. Limpeza: Nas turbinas de gás, os lubrificantes conseguem eliminar partículas oriundas da fricção de mancais, evitando que elas fiquem no fundo do tanque.
  4. Evita corrosões: Com a ação do tempo, é comum que haja corrosão e desgaste dos metais dentro das turbinas. O óleo lubrificante adequado pode prolongar a vida útil dos componentes ao evitá-las.
  5. Vedação: O óleo lubrificante adequado impede a entrada de contaminantes externos aos compartimentos das turbinas.

Óleos lubrificantes minerais ou sintéticos?

Basicamente, os óleos minerais têm sua origem em petróleos e passam  por um processo de refinamento, resultando em três tipos básicos:

  1. Óleo a base parafínico: As parafinas demoram a oxidar mesmo tempo em temperaturas ambientes ou elevadas. Composto por hidrocarbonetos de parafina, a densidade é reduzida e há pouca sensibilidade a alterações de viscosidade e temperatura. Por outro lado, esse tipo de óleo não é indicado para temperaturas baixas, podendo sedimentar.
  2. Óleo mineral de base naftênico: Sendo o oposto do parafínifco, o naftênico é usado quando há necessidade de lubrificantes para baixas temperaturas. Ao invés de formarem uma estrutura molecular corrente, elas são feitas em ciclos. No entanto, é incompatível com materiais sintéticos e elastômeros.
  3. Óleo mineral misto: Como o nome diz, os componentes parafínicos e naftênicos são misturados em quantidades diversas, funcionando de acordo com a necessidade de aplicação.

Já os sintéticos são produzidos em laboratório, possuindo boa viscosidade e temperatura, pouca probabilidade de coqueificação em temperaturas mais altas, além de alta resistência. Neste caso, há cinco tipos de óleos:

  1. Hidrocarbonetos sintéticos: Fabricados a partir dos óleos minerais, eles eliminam impurezas e radicais livres dos óleos, deixando-os ainda mais estáveis a oxidação. Com hidrocarbonetos sintéticos, o índice de viscosidade pode chegar até 150.
  2. Poliolésteres: Um dos mais importantes da atualidade, os óleos poliolésteres são usados em fluidos de freios, óleos hidráulicos e fluidos de cortes, poli-alquileno-glicois, miscíveis ou não miscíveis em água.
  3. Diésteres: O mais utilizado, este tipo de óleo é famoso por resistir a grandes variações de temperatura e rotações muito elevadas.
  4. Silicone: Também resistentes a altas e baixas temperaturas, os óleos de silicone também são favoráveis quanto a viscosidade e demoram a “envelhecer”. São produzidos a partir do fenil-polisiloxanes e methil-polisiloxanes.
  5. Poliésteres perfluorados: Excelentes contra influências químicas, os poliésteres perfluorados podem suportar temperaturas de até 260º. Acima disso, eles tendem a craquear e liberam vapores tóxicos.

Nada em excesso é bom!

O lubrificante é um poderoso aliado para prolongar a vida útil de qualquer equipamento, mas quando usado em excesso pode ter o efeito oposto e causar falhas nas peças. Ele aumenta a vibração e o calor excessivo, o que pode causar falhas nos motores elétricos, inversão de roldanas, causando vazamento do produto ou a divisão entre a base e a graxa, além da possibilidade dos componentes aumentarem de temperatura e oxidarem, além de danos na vedação.

Em geral, o excesso de óleo nos componentes são oriundos da inexperiência dos técnicos, seja por desconhecimento ou apenas distração. Na maioria dos casos, os profissionais temem que haja pouca lubrificação na máquina, e acabam colocando óleo demais.

Para evitar que este erro aconteça, o profissional deve manter seu treinamento pessoal em dia, conferir rotineiramente as condições do óleo lubrificante da máquina, e ter muito cuidado na hora de aplicá-lo.  Caso o excesso de óleo seja detectado, o especialista pode interromper a lubrificação ao perceber o aumento da pressão. Outro ponto é utilizar aplicadores com dosadores, diminuindo consideravelmente as chances de colocar pouco ou muito óleo.

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Como escolher o Fornecedor certo para sua Manutencao Preditiva

Saiba como calcular o custo da manutenção preditiva

Saiba como calcular o custo da manutenção preditiva

Em tempos de orçamentos enxutos, a manutenção preditiva pode ser uma ferramenta ainda mais essencial para o seu orçamento empresarial.

Seus benefícios impactam sua empresa em praticamente todas as áreas. Isso porque a prática constante deste processo amplia a produtividade, garante o controle dos custos e a segurança das operações, aumenta a qualidade da entrega e torna seu produto ainda mais competitivo no mercado.

Há muitas questões envolvidas na decisão de iniciar ou não uma manutenção preditiva.

E muitos empresários, diretores e chefes de manutenção ainda têm dúvida sobre como calcular os custos de uma manutenção preditiva – e é isso que este artigo pretende responder.

Minimizar a variabilidade, ampliar a qualidade

A manutenção preditiva permite que sua empresa monitore eficazmente seus recursos e produtos de produção.

Os benefícios são sobrados:

  1. Previsão das necessidades de manutenção, evitando possíveis falhas;
  2. Manutenção da consistência durante a produção, gerando aumento da produtividade e da qualidade do produto.

A manutenção preditiva combina dados com o uso das máquinas para ajudá-lo a criar e manter equipamentos confiáveis ​​e de alta qualidade.

A coleta frequente de informações ajuda a entender comportamentos. Com esses insights, é possível identificar o perfil de cada máquina em condições normais de funcionamento e visualizar e identificar qualquer histórico de falhas.

Quando se soma esse ponto à aprendizagem da máquina, você pode reconhecer os testes padrões que permitem que antecipar exatamente quando intervir antes que uma máquina falhe.

A adoção da manutenção preditiva permite aplicar a inteligência operacional para reduzir custos de manutenção, planejar eventos de serviço e reduzir o tempo de inatividade em suas operações de fabricação.

Os resultados são visíveis: mais controle do orçamento, mais qualidade nas entregas, mais satisfação do cliente, mais produtividade e agilidade, mais faturamento.

Vantagens econômicas da manutenção preditiva para sua empresa

O objetivo dos profissionais de manutenção é garantir que seus equipamentos desempenhem sua função de forma altamente eficaz.

Não manter a manutenção preditiva e uma análise de óleo em suas máquinas pode ter um valor alto para sua empresa:

  • Aumento de interrupções (tempo de inatividade);
  • Custos inesperados de manutenção, desequilibrando o orçamento da empresa;
  • Impactos negativos sobre a segurança e a saúde dos funcionários, assim como do meio ambiente;
  • Queda na qualidade do produto e das entregas.

A importância da análise de óleo

Considerada uma das mais importantes vertentes da manutenção preditiva, a análise de óleo pode ser decisiva para a saúde de sua empresa.

O processo envolve um estudo aprofundado dos óleos lubrificantes utilizados no maquinário de sua planta industrial.

A adoção desse método dentro do cronograma de manutenção de sua empresa proporciona mais organização e assertividades a cada inspeção.

Isso ocorre porque as informações captadas a cada monitoramento e inspeção realizados podem ajudar a antecipar possíveis falhas ou avarias em um equipamento, permitindo corrigir sem maiores prejuízos para a rotina de produção.

A análise de óleo também contribui para identificar qualquer possível contaminação dos fluidos por água ou combustível, presença de partículas em suspensão, provenientes de desgaste natural.

Ela também permite calcular de forma precisa o status de cada propriedade do lubrificante, como:

  • Densidade,
  • Teor de água,
  • Viscosidade,
  • Ferrografia,
  • Basicidade,
  • Acidez.

O custo de não fazer esse tipo de manutenção é correr o risco de que algum componente dos equipamentos entre em colapso, levando à parada (parcial ou completa) , custos não programados e uma série de impactos negativos em toda a cadeia de produção.

Se você quer reduzir custos em sua empresa neste próximo semestre do ano, a Manutenção Preditiva MMtec é a solução sob medida para a questão.

Para descobrir qual é a hora certa de agendar a manutenção preditiva em sua empresa, clique aqui e preencha o Checklist MMTec gratuitamente!

Elabore um Plano de Manutenção Preventiva eficiente

Elabore um Plano de Manutenção Preventiva eficiente

Elabore um Plano de Manutenção Preventiva eficiente: Pensando nas diferentes modalidades de gestão de cuidados em uma empresa, como a manutenção preditiva e a manutenção preventiva, podemos avaliar que o planejamento é uma etapa determinante para a implementação delas, independentemente de qual seja.

Isso porque o processo de verificação antecipada de problemas é algo que só vem a partir de uma ampla análise do maquinário, verificando a sua alta performance, inicialmente, para compreender o melhor momento para ajustar ou substituir algum componente.

E, se você está pensando em trabalhar mais com essa cuidadosa gestão em sua empresa, confira, neste artigo, como montar um eficiente plano de manutenção preventiva!

Por que elaborar um plano de manutenção preventiva?

Vamos começar pelo básico: um plano de manutenção preventiva nada mais é do que um documento — ou uma série deles — que mantenha em registro as atividades que serão realizadas durante o procedimento, bem como a sua periodicidade, materiais e peças de cada equipamento que serão avaliados e os responsáveis pela atividade.

Parece muita coisa? Até pode ser, mas esse processo é determinante para garantir mais confiabilidade ao serviço e qualidade em sua manutenção preventiva ou mesmo para a manutenção preditiva.

E vale ter em mente que a parte bruta de um plano de manutenção preventiva consiste nessa extensa missão poucas vezes. Afinal, uma vez que os dados estejam devidamente registrados, basta segui-los e utilizar cada um deles como parâmetro nas avaliações seguintes.

Mas essa não é a única coisa a ser aproveitada com a elaboração de um plano de manutenção preventiva. Ele também está diretamente relacionado à redução de custos com manutenções e com ações desnecessárias — como procurar saber constantemente quais são os indicativos de alta performance de uma máquina.

Esse documento é essencial, portanto, para servir de orientação aos profissionais e gerar economia de tempo e mais produtividade em sua empresa.

Como funciona a elaboração de um plano de manutenção preventiva?

O plano de manutenção preventiva não é difícil de fazer, apenas trabalhoso. Afinal, todos os equipamentos serão analisados, verificados e seus respectivos índices mensurados para obter dados fundamentais para as próximas manutenções programadas.

Nesse documento deverá constar:

  • As necessidades levantadas pela equipe de produção;
  • As necessidades apontadas pelos profissionais de manutenção;
  • Os dados históricos de cada equipamento e respectivos componentes;
  • A descrição de ações relacionadas a cada uma das máquinas.

Essas ações devem ser elaboradas com clareza e objetividade, como um verdadeiro descritivo. Não se trata de um diálogo, portanto, apenas o passo a passo de cada etapa do processo.

Isso vai servir tanto para ações no curto quanto no médio e no longo prazo, já que existem medidas que devem ser tomadas para reparar algo e, outras, que deverão ser realizadas com uma periodicidade específica para manter a alta performance dos equipamentos.

Até por isso, existem ações específicas que devem ser levadas em conta, e que são utilizadas tanto na gestão de uma manutenção preditiva quanto na de uma manutenção preventiva.

Quais são as ações de uma manutenção preventiva de alta performance?

De acordo com o que prega a Norma ABNT NBR 5462/1994, manutenção preventiva é “(…) Efetuada em intervalos predeterminados, ou de acordo com critérios prescritos, destinada a reduzir a probabilidade de falha ou a degradação do funcionamento de um item”.

Nisso, concentram-se atividades diversas que podem — e devem — fazer parte do documento final de seu plano de manutenção preditiva. Entre as principais, podemos citar as seguintes, cujo foco é a prevenção de falhas ou panes diversas:

  • Inspeções;
  • Reajustes;
  • Substituição de itens e componentes;
  • Limpezas;
  • Lubrificação;
  • Aperto de regulagem de componentes.

Entre outras. Afinal, o ideal é manter a alta performance dos equipamentos, e só se tem o índice ideal de cada equipamento a partir da elaboração de um eficiente plano de manutenção preventiva.

E então, deu para entender a importância de um plano de manutenção preventiva e como aplicá-lo para obter alta performance em seus equipamentos? Agora, para você avaliar com ainda mais clareza os benefícios desse processo, acesse o nosso Diagnóstico de Manutenção Preditiva!

 

Previna-se contra falhas com a Análise de Vibração

Previna-se contra falhas com a Análise de Vibração

Tratamos muito em nosso blog sobre a importância da manutenção preditiva para ter mais produtividade, economia e vantagem competitiva à sua empresa.

Acontece que, dentro desse amplo setor, existem nichos que devem ser avaliados individualmente mediante a necessidade e objetivos de sua empresa.

É o caso, por exemplo, da análise de vibração, cuja funcionalidade se dá em ocasiões específicas, visando mais capacidade produtiva ao seu maquinário.

Para que você também perceba a importância desse tipo de serviço inserido em sua rotina de manutenção preditiva, este artigo vai mostrar a você o conceito e importância da análise de vibração e por que fazê-la em sua empresa. Acompanhe!

O que é a análise de vibração?

É comum que os equipamentos e máquinas que a sua equipe utilize, no dia a dia, emitam vibrações. Algumas perceptíveis, outras não.

Dessa maneira, a análise de vibração é baseada na ideia de que esse tipo de maquinário emite sinais vibratórios que têm muito a dizer para quem estiver medindo-os.

Ou seja: com o auxílio de uma aparelhagem especial para captar essa frequência, é possível avaliar a origem de cada esforço que ocorre quando suas máquinas estão em funcionamento.

Assim que detectados e identificados esses fenômenos, os aparelhos específicos usados nesse tipo de serviço conseguem apontar todo tipo de alteração excessiva na frequência das vibrações.

Dessa maneira, quando a análise de vibração faz parte de sua gestão de manutenção preditiva, é possível antecipar-se e avaliar como anda a qualidade do seu equipamento, apontando, inclusive, o momento ideal para substituir ou reparar algum componente ou elemento.

Quais tipos de falhas a análise de vibração revela?

Em geral, é possível avaliar os seguintes componentes e ações dos equipamentos de sua empresa:

  • Os rolamentos e as suas respectivas resistências (visando analisar o desgaste das mesmas);
  • Qualquer tipo de problema ou defeito nas engrenagens;
  • Algum tipo de desalinhamento nos acoplamentos;
  • Falta de balanceamento nos rotores;
  • Deformidades nos eixos do maquinário;
  • Folgas em excesso nas buchas dos equipamentos;
  • Algum inconveniente hidráulico  ou aerodinâmico.

Ou seja: uma extensa lista que merece a atenção de sua empresa para garantir que o equipamento esteja sempre funcional e em sua melhor capacidade de operação.

Por que contar com uma empresa especializada nesse serviço?

Como a análise de vibração é um serviço de extrema cautela e qualificação a ser operado, é mais conveniente o investimento em uma empresa que seja especialista no assunto.

Afinal, o custo pode ser ainda mais elevado quando você opta por fazer internamente a análise. Isso porque você vai depender de uma mão de obra qualificada e contar com custos relativos aos aparelhos e sensores capazes de tornar a energia mecânica das vibrações em sinais elétricos.

Por sua vez, deixar essa responsabilidade para uma empresa com vasta experiência no ramo pode ser um diferencial e tanto para o seu negócio. Principalmente, porque a análise de vibração demanda uma série de etapas para a sua implantação, como:

  • A definição de cada equipamento a ser monitorado;
  • O cadastramento de cada um, apontando os parâmetros e níveis ideais de medição;
  • O acompanhamento e avaliação dos resultados;
  • A realização de um relatório com as condições de cada maquinário avaliado;
  • As ações estratégicas para evitar qualquer tipo de problema nas máquinas.

Dessa maneira, a sua empresa se garante de mais conveniência e praticidade, à medida que uma empresa do ramo pode acrescentar a análise de vibração em sua rotina de manutenção preditiva.

Como resultado, os seus equipamentos ficam mais seguros e cada vez mais blindados contra imprevistos, a sua equipe consegue ser mais produtiva e o seu negócio pode crescer exponencialmente a partir desse serviço.

Agora, caso você queira saber um pouco mais a respeito desse tipo de solução, e como incluí-la em sua gestão de manutenção preditiva, convidamos você a conhecer o Diagnóstico Manutenção Preditiva, uma ferramenta que consegue simular as melhores condições de acordo com as suas necessidades e objetivos!

 

Como usar a Manutenção Corretiva a favor da sua empresa

Como usar a Manutenção Corretiva a favor da sua empresa

Se você trabalha com maquinários, equipamentos e aparelhos dos quais existe ampla dependência em mantê-los funcionais e no ápice de seus performances, já deve conhecer as vantagens de uma boa gestão de manutenção.

No entanto, o próprio mercado concentra diferentes tipos de serviços de manutenção, como é o caso da, preventiva, preditiva e da manutenção corretiva. Todas são bastante populares e cada uma delas possui diversas qualidades que podem ser emprestadas à realidade de sua empresa.

E, para apontar algumas delas, vamos ver neste post como usar a manutenção corretiva a favor da sua empresa. Acompanhe!

O que é a manutenção corretiva

Essencialmente, a manutenção corretiva tem como objetivo restaurar as condições ideais de um aparelho ou equipamento, solucionando qualquer tipo de falha — e suas respectivas fontes — que possa ocorrer.

Acontece que esse tipo de manutenção acaba se tornando importante porque pode ser aplicado em dois cenários distintos: em resposta a algum tipo de avaria inesperada; e por meio de um bom planejamento para que a primeira situação ocorra cada vez menos.

A realidade da manutenção corretiva Planejada contra a não-planejada

Você já deve imaginar que o cenário onde a sua indústria espera para as avarias ocorrerem não é nem um pouco vantajoso, não é mesmo?

Primeiro, porque tais problemas geram paradas na produtividade e, até que seja resolvido o problema, a improdutividade gera prejuízos múltiplos. Além disso, uma avaria pode ocasionar em uma série de outros problemas no equipamento, aumentando os custos do reparo.

Por isso, uma manutenção corretiva planejada tem tudo para fazer a diferença em sua empresa. Afinal, ao detectar problemas de maneira antecipada é possível planejar a manutenção corretiva sem impedir o funcionamento das máquinas e, consequentemente, sem impactar negativamente no cronograma de produção.

Além disso, quando um problema é inesperado, pode contar com um custo mais elevado no serviço de reparo, pelo caráter emergencial da manutenção.

Daí, portanto, os diversos benefícios que você pode contar ao planejar um sistema de manutenção corretiva eficaz em sua rotina. E não se esqueça de identificar, também, as causas de cada problema apresentado em suas máquinas, uma vez que a análise posterior pode ajudar a reduzir a quantidade de avarias e até mesmo a melhorar o processo produtivo.

Os diferentes tipos de manutenção corretiva e suas respectivas importâncias

A seguir, vamos falar de dois dos mais populares serviços de manutenção corretiva e como eles podem ser determinantes para manter a sua empresa produtiva:

Balanceamento

Trata-se da avaliação das vibrações ocorridas em máquinas rotativas. E isso é importante porque o desbalanceamento é uma desproporção ou distribuição de massa em rotor. Ao balanceá-lo, é possível:

  • Evitar falhas por fadiga em eixos;
  • Reduzir danos estruturas;
  • Minimizar a carga nos rolamentos;
  • Aumentar a vida útil do equipamento.

Dessa maneira, esse serviço de manutenção corretiva planejado ajuda a manter o equipamento equilibrado, em sua performance, podendo ser realizado periodicamente para que o seu funcionamento permaneça em alto nível.

Alinhamento a laser

Outro serviço de ampla relevância para a manutenção corretiva é o alinhamento a laser, um recurso muito utilizado pelo setor de mecânica e em combinação com equipamentos rotativos.

Sua finalidade é manter as faces do acoplamento sempre com a mesma distância, em qualquer ponto, e no mesmo plano. Ou seja: com isso, espera-se garantir o bom funcionamento dos equipamentos rotativos, eliminando as vibrações e aquecimentos precoces. Como consequência, aumenta-se a durabilidade dos componentes e dos maquinários.

Agora, caso você queira entender mais a respeito da manutenção corretiva e como ela pode servir perfeitamente para as suas necessidades, exigências de mercado e objetivos, entre em contato conosco e confira a lista de serviços da MMTec que tem tudo a ver com o seu negócio!

 

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